domingo, 24 de maio de 2015

Nem Lula aparece no congresso do PT. O que é isso, companheiro?

Os congressos do PT sempre foram disputados a tapa pelos militantes.

Foram...

O regional realizado em São Paulo sexta-feira e sábado foi um vexame: sobraram credenciais, cadeiras foram retiradas para não aumentar ainda mais o baixo astral e, além de lugares, sobraram também críticas ao governo Dilma e ao próprio PT. A sede do encontro foi a quadra dos Bancários, local tradicional para realizações do gênero.

O congresso é preparatório do nacional, marcado para junho, em Salvador, quando o partido pretende traçar um novo rumo para o desastre que cavou a seus pés (duvido que terá êxito).

O fracasso do encontro paulista foi tão retumbante que a estrela de sexta-feira à noite, o ex-presidente Lula... não apareceu!

O porta-voz da descaso e do ocaso, Marco Aurélio Garcia – detentor do cargo mais esdrúxulo da República: “assessor para assuntos internacional da Presidência da República” -, reconheceu: “O PT perdeu a batalha política”.

Segundo ele, o partido não soube corresponder aos anseios dos “grandes beneficiário das nossas políticas de inclusão social.”

O buraco é mais embaixo: o PT foi jogado à lona por seus próprios erros - o mais grave deles é a corrupção ampla, geral e irrestrita; que o diga o PeTrolão –, pela política desastrada da presidente@ Dilma e pelo maior estelionato eleitoral de que se tem notícia na história deste país.


O PT já era. Apodrece em praça pública. E até seus membros se afastam da carniça. 

Assim como seu líder...


E o PT se ajoelha para o FMI. É o FIM!

A semana passada marcou a consumação do estelionato eleitoral praticado pelo PT ao reeleger Dilma Rousseff sob a ameaça de que seus adversários mais competitivos, Marina Silva e Aécio Neves, imporiam medidas amargas e impopulares caso vencessem. A semana revelou também que o que restava da máscara do partido foi rasgado. 

O corte orçamentário de R$ 70 bilhões, anunciado quinta-feira, afeta drasticamente um dos mais vistosos programas sociais do PT, o Minha Casa, Minha Vida e os investimentos em saúde e educação. E é o corolário de uma série de medidas impopulares e amargas, como a recriação e o aumento de impostos (Cide), das tarifas públicas e dos combustíveis, corte de investimentos e limitação severa de direitos trabalhistas, com o seguro-desemprego e abono salarial, e das pensões pós-morte, etc. etc. etc.

A vista da diretora-geral do FMI Christine Lagarde (foto) ao Brasil carimbou mais uma contradição histórica do PT – que sempre criticou esse organismo pelas medidas de contenção de despesas públicas que preconiza para reequilibrar a economia -, como demonstram as informações abaixo:
  
No último domingo (5 de outubro), em evento de comemoração do resultado do primeiro turno, a presidenta Dilma Rousseff (PT) lembrou que a política econômica do PSDB fez o Brasil se “ajoelhar” ao FMI e pregou uma inserção internacional subordinada. “Não queremos os fantasmas do passado, a recessão e o arrocho. O povo não quer mais racionamento de energia, nem aqueles que se ajoelhavam para o FMI”, declarou.

(Agência PT, 9 de outubro de 2014. Confira)

RIO - A diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), a francesa Christine Lagarde, defendeu o ajuste fiscal do governo nesta quinta-feira, em visita ao Complexo do Alemão, na Zona Norte do Rio. Segundo ela afirmou ao GLOBO, o corte de gastos permitirá mais investimento em programas sociais:

— A disciplina fiscal é uma base necessária para dar espaço no orçamento e financiar programas sociais. São duas questões que caminham juntas, lado a lado. As pessoas que mais sofrem com a indisciplina fiscal no final do dia são, geralmente, as pessoas mais pobres.

(O Globo, 21 de maio de 2015. Confira)



sábado, 23 de maio de 2015

Opositores de Richa apelam para o terrorismo

Denúncia anônima (e desacompanhada de qualquer comprovação) protocolada no Ministério Público, contra a esposa do governador e secretário estadual do Trabalho e Desenvolvimento Social Fernanda Richa é veiculada pela RPC.

Blogueiro ligado a Requião informa que Richa está prestes a renunciar.

Servidores bloqueiam há dias o acesso à sede da Fomento Paraná, atrasando a elaboração da folha de pagamentos dos... servidores!

Servidores manifestam-se, com estridência, na igreja em que o deputado estadual Tiago Amaral está se casando (sexta-feira à noite, em Londrina), constrangendo os convidados e interceptando o pai do noivo, o conselheiro do Tribunal de Contas Durval Amaral. Tiago votou a favor da reforma da Paranaprevidência.


À truculência do 29 de abril, a oposição a Beto Richa reage com o terrorismo.


PT comprou o silêncio de Valério sobre Lula, revela a Veja

(...) o mensalão ocupa um papel secundário no panteão dos escândalos nacionais. Foi superado, em cifras e ousadia, pelo petrolão, mas alguns de seus pontos ainda precisam ser elucidados. O mais intrigante deles é como o ex-­presidente Lula se livrou da responsabilidade no caso, se era, em última instância, o principal beneficiário dos votos comprados no plenário da Câmara. VEJA desta semana desvenda como Lula escapou do risco de ser apontado como o chefe do mensalão e de responder a um processo de impeachment durante a CPI dos Correios. 
O sucesso da blindagem ao ex-­presidente não decorreu apenas da capacidade de negociação de seus articuladores políticos. O PT negociou o silêncio do empresário Marcos Valério quando ele - às vésperas da conclusão da CPI dos Correios - avisou que acusaria Lula de comandar o mensalão se não recebesse uma ajuda financeira milionária. Um empresário amigo foi convocado para pagar a fatura e Valério se recolheu. Lula se livrou da CPI, reelegeu-se em 2006 e foi o efetivo cabo eleitoral de Dilma em 2010. Em 2012, Valério contou parte de seus segredos ao Ministério Público, tentando um acordo de delação premiada. Já era tarde. Lula não podia mais ser incluído no processo. O empresário cumpre uma pena de 37 anos de prisão. Definitivamente, não fez um bom negócio.
(Íntegra da reportagem somente para assinantes digitais ou na edição impressa)


Dilma e a consumação final de um estelionato

“É muito difícil não se indignar quando meu adversário fala em medidas impopulares. Se são impopulares, são contra o povo. Eu tenho um lado muito claro. Eu estou do lado do povo.”
Dilma Rousseff, em 14 de outubro do ano passado, no programa eleitoral do rádio, replicado na tevê e difundido à profusão pela Pestapo, a rede de difamação que o PT montou nas redes sociais. Confira
Realidade depois da vitória:
Inflação acima da meta (ultrapassa aos 8% nos últimos 12 meses), aumento escorchante dos juros (“os tucanos plantam inflação para colher juros, acusou Dilma durante a campanha), redução dos direitos trabalhistas (abono salarial e seguro-desemprego), corte nas pensões por morte, maior nível de desemprego em abril dos últimos 23 anos (98 mil vagas a menos), aumento dos impostos (todos eles) e... corte de R$ 9,4 bilhões na educação ("pátria educadora", onde?), R$ 11,7 bilhões na saúde, R$ 6,3 bilhões no programa Minha Casa, Minha Vida (*), etc, etc, para atingir o contingenciamento de R$ 69,9 bilhões anunciado ontem pela madame.
Consuma-se, assim, o maior estelionato eleitoral de que o Brasil tem notícia.
(*) “Na prática, (Aécio e Marina) são contra” o programa Minha Casa Minha, Minha Vida – Dilma, em Fortaleza, em 4 de setembro do ano passado. Confira

sexta-feira, 22 de maio de 2015

Richa e Helisul são condenados a devolver R$ 2 milhões

A 4.ª Vara da Fazenda Pública de Curitiba condenou o governador Beto Richa, o dono da empresa Helisul e o chefe da Casa Militar, Adilson Casitas, a indenizar o governo em R$ 2 milhões em função de uma contratação emergencial de aeronaves em 2011. A sentença foi dada nesta quinta-feira pelo juiz Guilherme de Paula Rezende. Cabe recurso.


A sentença do juiz foi dada em resposta a uma ação popular movida por Roberto Rocha contestando a decisão do governo de contratar aviões sem licitação no início do mandato de Richa. Na época, a Helisul recebeu R$ 2 milhões pelo contrato. A argumentação da acusação dizia que a Helisul, tendo prestado serviços para a campanha de Richa, teria sido beneficiada pelo governo. (Gazeta do Povo)

BNDES vai liberar parte de dados sobre Cuba e Angola

Em uma medida para tentar atenuar as reações contrárias à decisão da presidente Dilma de vetar texto aprovado pelo Congresso que determinava o fim do sigilo nos empréstimos e financiamentos concedidos pelo BNDES, o banco de fomento deve liberar parcialmente dados das operações da instituição para Cuba e Angola, retirando na próxima semana o selo de sigilo para negócios com estes dois países.


A decisão não inclui, por exemplo, dados protegidos pelo sigilo bancário, como taxas de juros. Segundo assessores, com a medida, Cuba e Angola vão ficar no mesmo patamar dos demais países, com a liberação de dados de contratos.(Folha de S.Paulo)

Comento: ué, que liberação de informação é essa, que esconderá o principal - as condições de pagamento dos empréstimos, que incluem a taxa de juros? E por que o sigilo fiscal de Cuba e Angola têm de ser protegidos. É a Pátria Petralha, protegendo os companheiros de mortalha!



Então, Dirceu, já preparou a mala?

Recomendei em 15 de abril que o ex-ministro José Dirceu, em prisão domiciliar por causa do envolvimento no mensalão, esquema criminoso que chefiou, preparasse as malas: a hora de voltar à prisão se aproximava, pois eram cada vez mais fortes os indícios de envolvimento dele também no PeTrolão. Confira

Fortes e documentados, pois registrou em nota fiscal as “consultorias” que prestou a empresas investigadas na Operação Lava Jato.

A prisão ontem de um dos mais ativos operadores de propina da Petrobras, Milton Pascowitch, aconselha que Dirceu apresse os preparativos. Empresa de fachada de Pascowitch pagou mais de R$ 1 milhão para a JD Assessoria em 2012, ano em que ele era julgado pelo STF. O juiz Sérgio Moro não acredita que o serviço anotado tenha sido prestado. Se não foi, então o que foi? Propina, é claro.


A mala, Dirceu, a mala!

Dilma veta quebra de sigilo do BNDES

A presidente Dilma Rousseff vetou o texto aprovado pelo Congresso que determinava o fim do sigilo nos empréstimos e financiamentos concedidos pelo banco federal de fomento, o BNDES.

Numa derrota do governo, a regra havia sido incluída pela oposição em uma medida provisória que injetou R$ 30 bilhões do Tesouro Nacional no banco.

Multiplicadas nos últimos anos, as operações do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) têm sido questionadas tanto no mundo político quanto por economistas de linha mais liberal.


Na justificativa para o veto, o Palácio do Planalto diz que “a divulgação ampla e irrestrita das demais informações das operações de apoio financeiro do BNDES feriria sigilos bancários e empresariais e prejudicaria a competitividade das empresas brasileiras”. (Folha de S.Paulo)

E o bordel, excelências?

A Câmara dos Deputados aprovou quarta-feira emenda embutida sorrateiramente (“jabuti”) na MP 668, que trata do aumento da alíquota de produtos importados, para a construção de um novo anexo, que terá, além de gabinetes, um shopping para deleite de suas excelências.

O custo do anexo é estimado em R$ 1 bilhão (coloque-se mais 50%, no mínimo, sobre isso, porque obra pública sempre sai mais caro do que o previsto...)

Acho que suas excelências fizeram muito bem, pois assim terão a seu lado as maravilhas que seus altos salários permitem comprar, sem precisar sair do venerável recinto do Congresso. Mas não foram plenamente atendidas pelo projeto: faltou incluir um bordel, vedado à imprensa, para que se comportem com a naturalidade que o plenário não permite...


(Nem tudo está perdido. O líder do PPS, Rubens Bueno, avisa que recorrerá ao STF contra a aprovação do “jabuti”. Boa sorte, deputado)

O PSDB, quem diria!, salva de novo o PT

Manifestantes lotam a Av. Paulista: "Fora Dilma!"
O PSDB salvou o mandato de Lula em 2005, ação que resultou em sua reeleição e na de sua sucessora. Lula e o PT tiveram uma sobrevida de dez anos porque os tucanos titubearam em pedir o impeachment do presidente, levado às cordas pela revelação de que a cúpula do seu governo e do PT subornavam com dinheiro público uma penca de deputados – o mensalão.

Levados às cordas por causa do desastre econômico que promoveram e pela corrupção na qual se enredaram, corrupção que eleva à undécima potência a do mensalão, Lula, Dilma e o PT estão sendo novamente salvos pelos tucanos.

O partido decidiu trocar a articulação pelo impeachment de Dilma por um pedido de investigação dela por improbidade administrativa, derivada das pedaladas fiscais que ela realizou em seu primeiro mandato. Julgam que essa iniciativa tem mais sustentação legal do que a primeira. E assim menosprezam algumas condicionantes vitais.

A primeira: para prosperar, o pedido – que será encaminhado ao STF – dependerá do aval do procurador-geral da República Rodrigo Janot, que já emitiu um parecer esdrúxulo de que a president@ não pode ser processada por atos alheios ao mandato em curso. O STF tem entendimento contrário, mas em se tratando de uma corte aparelhada pelo PT – e que agora terá um ministro a mais em seu favor – não se deve ser otimista. Resolvida essa questão, se o for, o Senado terá de autorizar a abertura do processo, e lá o governo é maioria... E se aprovar, serão mais 180 dias (com Dilma suspensa do cargo) para que o STF dê seu parecer sobre a denúncia, que voltará à apreciação do Senado...

A segunda: o clamor das ruas ainda ecoa no Congresso, e esse clamor tende a esmaecer se não encontrar quem não corresponda a ela. E quem seria se não o PSDB, que esteve perto, muito perto de tirar o poder do PT no ano passado? Além disso, o cruel ajuste fiscal que o governo está fazendo aprovar no Congresso aos poucos (e depois de muito bate-boca, hipocrisia e cargos) tende a melhorar o desempenho da economia a partir do ano que vem. Economia melhor, revolta menor, menos pressão sobre os congressistas pelo impeachment.
.
Os movimentos, de formação espontânea, que pedem o impeachment de Dilma revoltaram-se contra a decisão dos tucanos. É compreensível. Um grupo de jovens caminha de São Paulo para Brasília, onde espera ser recebido por uma multidão que endosse a sua causa. Troquemos o tempo verbal: esperava ser recebido, porque a saída de cena dos tucanos esvaziará a recepção. Eles foram abandonados na estrada, sob sol e chuva...

Os tucanos apoiam-se na fragilidade jurídica de um pedido de impeachment agora, pisoteando o princípio básico de que este é acima de tudo um processo político. E um processo político dessa grandeza só pode ter êxito com o apoio da opinião pública, amplamente favorável (quase 70% segundo a última pesquisa Datafolha) ao impeachment. Se esse desejo não tiver correspondência agora, o processo, se for adiante, tende a ser comprometido no futuro.

O PSDB apega-se ao juridiquês para justificar a traição a esta maioria. Que, na próxima eleição, será tentada a votar em quem de fato possa tirar o PT do poder.



quinta-feira, 21 de maio de 2015

Alvaro Dias foi ameaçado de morte por defender Fachin

André Gonçalves
Gazeta do Povo

O senador Alvaro Dias (PSDB) recebeu uma ameaça de morte na terça-feira (19/5) por defender a indicação do professor da UFPR Luiz Edson Fachin para o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Horas antes da votação, o gabinete do parlamentar recebeu uma chamada telefônica de um homem que dizia saber que Alvaro não utilizava colete à prova de balas.

O senador foi relator da indicação de Fachin. Teve papel fundamental para a aprovação, por 52 votos a 27, ao “quebrar” a bancada do PSDB. O partido discutiu a possibilidade de fechar questão contra o jurista, mas acabou liberando seus 12 senadores para que votassem como quisessem.


Por segurança, logo após a votação Alvaro deixou o Senado. Ele confirmou hoje à noite (20/5) a ameaça ao blog e lamentou a radicalização em torno do debate sobre a indicação de Fachin. 

Kireeff protesta contra manutenção da esposa de Abi na direção do Sercomtel

O prefeito de Londrina, Alexandre Kireeff (foto), protestou hoje, em sua página no Facebook, contra a manutenção da esposa de Luiz Abi Antoun, Eloiza, na direção do Sercomtel, empresa de telefonia controlada pelo município e a Copel, da qual o governo do estado é o maior acionista. Para ele, a decisão foi uma “imprudência”, já que Abi é processado por fraudar licitação do Estado e suspeito de vinculação com o esquema de corrupção montado na Delegacia da Receita Federal de Londrina. Eloiza era vice-presidente da empresa, cargo extinto na última assembleia geral da empresa, e foi indicada pela Copel para comandar a diretoria Administrativa. Eis a nota de Kireeff:


Ontem ocorreu a assembleia de acionistas da Sercomtel em que houve a formalização das indicações dos nomes para a ocupação dos cargos de sua diretoria.

De nossa parte, a prefeitura manteve o Cristian (Schneider) na presidência a quem eu solicitei que indicasse dois servidores da Sercomtel para que ocupassem as duas diretorias que temos direito a indicar. Como extinguimos a vice-presidência e uma diretoria, conquista que permitirá economia de 750 mil reais anuais, a outra sócia da Sercomtel, a Copel, indicou os nomes que, em função de serem detentores de 45% das ações, tem direito.

Para minha surpresa, indicaram a ex-vice presidente para ocupar uma das diretorias. Considero tal indicação uma imprudência pois a referida profissional, que tem sim qualificação para ocupar o cargo, é esposa de um dos investigados em uma dessas operações que o Gaeco promove de investigação de corrupção.

Tomei o cuidado de alertar as instâncias políticas do Governo do Estado quanto à inconveniência de tal atitude há uma semana, tanto para garantir a preservação da credibilidade da empresa, quanto pela preservação da pessoa da profissional indicada que, certamente, seria imediatamente levada à exposição pública no noticiário político.

Falta de precaução, tal decisão reflete a desconexão da Copel, empresa pertencente ao Governo do Estado, com a realidade dos acontecimentos que o Paraná vivencia. Quanto a nós , vamos continuar trabalhando, assim como toda a equipe Sercomtel, para que a empresa continue em sua trajetória de busca pela eficiência e aprimoramento dos melhores serviços de telefonia fixa, móvel e transmissão de dados.

Boa quinta-feira a todos!!!


Alexandre Kireeff, prefeito de Londrina

Dotti assume defesa de Beto e Fernanda Richa

O advogado criminalista René Ariel Dotti (foto) assumiu a defesa do governador Beto Richa (PSDB) e da esposa, a secretária da Família e Desenvolvimento Social, Fernanda Richa. Dotti apoiará o casal em desdobramentos judiciais envolvendo as investigações de corrupção na Receita Estadual. Também vai atender Richa em ações sobre a repressão policial que acabou com 213 feridos no Centro Cívico, dia 29 de abril.

Segundo Dotti, uma das linhas de defesa nesse caso é demonstrar que os manifestantes poderiam ter recorrido à Justiça para acompanhar a sessão ou tratar da votação das mudanças na previdência, mas preferiram planejar a invasão da Assembleia.


Dotti é um dos mais respeitados advogados da área de Direito Penal do país e ganhou fama por defender jornalistas e políticos perseguidos pela ditadura militar nos anos 1960 e 1970. (Gazeta do Povo)


PF prende lobista que pagou por "consultorias" de Dirceu

Milton Pascowitch (centro)
O lobista Milton Pascowitch, apontado como operador de propinas da empreiteira Engevix na Diretoria de Serviços da Petrobrás, foi preso preventivamente na manhã desta quinta-feira, 21, em nova fase da Operação Lava Jato. Pascowitch é dono da Jamp Engenheiros Associados, que, juntamente com a Engevix, pagou R$ 2,6 milhões entre 2008 e 2012 por serviços de consultoria prestados pelo ex-ministro José Dirceu, segundo valores informados pelo próprio petista.


O irmão de Milton, José Adolfo Pascowitch, foi levado coercitivamente para depor na Polícia Federal. Foram feitas busca e apreensão na casa dos irmãos e também na casa de Henry Hoyer de Carvalho. A PF deflagrou na manhã desta quinta a 13ª fase da Lava Jato, que tem como alvo fatos relacionados a dois operadores financeiros que atuavam junto a contratos firmados por empreiteiras com a Petrobrás. Estão sendo cumpridos oito mandados judiciais, quatro de busca e apreensão, um deles no município de Itanhandu/MG e os demais no Rio de Janeiro (1) e São Paulo (2). (Estadão)

E é Renan que agora depende de Fachin...

Assim que assumir a 11.ª cadeira do Supremo Tribunal Federal, o advogado Luiz Edson Fachin deve relatar o inquérito no qual o suspeito é o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). O parlamentar foi um dos maiores obstáculos enfrentados pelo jurista no processo de aprovação a que foi submetido no Congresso.

Fachin irá herdar o acervo de cerca de 1,4 mil processos do gabinete antigo do presidente do Supremo, ministro Ricardo Lewandowski. Isso porque quando um integrante da Corte se torna presidente, pode manter sob sua relatoria apenas os processos em que já há um voto pronto ou julgamento encaminhado.

Não é o caso do inquérito sigiloso que apura se Renan pagou despesas de um "relacionamento extraconjugal" com Mônica Veloso com dinheiro recebido de propina paga pela construtora Mendes Júnior. O inquérito foi usado para a denúncia formal contra o parlamentar, mas o Supremo ainda não abriu uma ação penal sobre o caso. Ele estava sob a relatoria de Lewandowski. A tendência é que o presidente da Corte deixe o caso para o novato, assim como outros casos. (Estadão)




Vaccari ameaça o PT com delação premiada

O ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto, que está preso em Curitiba, deixou a direção do partido em pânico. Sentindo-se “abandonado”, ameaça fazer acordo de delação premiada e revelar à Justiça o papel da “cumpanherada” no assalto à Petrobras. Ligado a Lula, de quem é homem de confiança, Vaccari mandou recados exigindo “postura firme” do partido em sua defesa, inclusive fazendo pressão no Judiciário.
  
DEPRESSÃO
Familiares e amigos próximos de João Vaccari se dizem preocupados com informações sobre o “estado depressivo” do petista, na cadeia.
  
CHAVE DE CADEIA
Ex-ministro que frequenta o Instituto Lula diz que preocupa mais o ex-presidente a delação do seu amigo empreiteiro Ricardo Pessoa, dono da UTC, do que as ameaças de outro amigo, João Vaccari Neto. (Claudio Humberto - Diário do Poder)